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	<title>A&amp;M Clínica de Psicologia</title>
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		<title>A importância da relação familiar neste período de quarentena.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[paulo@todomundocomunicacao.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
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				<div class="et_pb_text_inner">Poder nos cuidar em momento de muito estresse por conta do Corona vírus é desafiante, mas edificante perceber que somos todos feitos da mesma matéria e habitados das mesmas emoções. Descobrimos que não existem fronteiras que impeçam de cuidarmos uns dos outros. Somos todos humanos que padecemos das mesmas dores.</p>
<p>Apesar dos efeitos psicológicos negativos, os cientistas comprovaram que a quarentena é a medida, até o momento, mais eficaz contra a propagação do vírus. Felizmente hoje, podemos contar com as tecnologias e a interconexão que se mostram muito úteis em nos manter próximos em um tempo de grande vulnerabilidade como o atual.</p>
<p>A importância das relações familiares torna-se nesse contexto, suporte imprescindível no manejo dos danos de uma crise como a pandemia do COVID-19. Demonstrar empatia e solidariedade ajuda muito, mas a gentiliza tem sido a pontuação de maior conectividade social.<br />
Sentir que você pode contar com outras pessoas e que pode apoiá-las é algo que pode contribuir para a melhora do estado emocional. Emoções positivas têm efeito protetor contra doenças físicas e mentais. Compartilhar emoções com pais, cônjuges, filhos, amigos e colegas, mesmo que online preenche e fortalece nossa necessidade de sentir-nos amados pelos outros e de sentir-nos importantes na vida dos outros.</p>
<p>É muito importante que façamos atenção aos sinais de vulnerabilidade. Pensando em quem é mais vulnerável – as crianças, idosos e quem já tem problemas de saúde – é comum ficarem mais ansiosos, zangados, agitados, retraídos ou muito desconfiados.</p>
<p>&#8211; Ajude-os a expressar como estão se sentindo falando, desenhando, cantando, contando histórias, brincando – e ouça sem criticar.<br />
&#8211; Forneça instruções claras, de forma bem simples e objetiva.<br />
&#8211; É importante que mantenham uma rotina com horários de dormir, acordar e fazer refeições, lembrando-os de beber água.<br />
&#8211; As crianças devem ficar junto às suas famílias e, sempre que for possível e seguro, de<br />
preferência com os pais. Se não der, tente usar os recursos de chamadas de vídeo várias vezes por dia.<br />
Busque pessoas que possam acolher a sua demanda emocional. Se estiver mais angustiado, triste ou ansioso, busque conversar com pessoas que geralmente têm uma postura mais otimista frente às dificuldades. Dedique-se às suas tarefas e à família. Aceite apoio emocional quando oferecido e ofereça auxílio sempre que puder. Experimente outras formas de se expressar, como pinturas, desenho, música ou dança. Expresse suas emoções e sentimentos. Promova a expressão de sentimentos de seus familiares. Para que as coisas melhorem, reze ou pratique o ritual religioso de sua crença, caso você seja adepto de alguma religião. Busque momentos de conexão emocional consigo mesmo. Conhecer seu mundo interno, suas próprias emoções e seus pensamentos podem ser um primeiro passo para ter ações mais voluntárias frente ao estresse.<br />
Tenha (muita) paciência &#8211; evite gritar ou ser ríspido &#8211; essa situação é difícil para todos!<br />
Quando corremos atrás da paciência o que precisamos flui até nós, pois justamente não mergulhamos no stress e no caos. Pelo contrário, aproximamo-nos de um propósito de vida – somos inundados por nossos valores, a identidade da nossa alma, a verdadeira prática de crescimento pessoal.</p>
<p><strong>Cristina Zamberlam Giongo. </br>Psicóloga Clínica, Terapeuta de Casal e Família, Terapeuta Comunitária Especialista em Aconselhamento das Relações Familiares</strong></div>
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		<title>SOBRE OS INÚMEROS PORQUÊS DO VIVER E DO MORRER</title>
		<link>https://aemclinica.com.br/2020/05/13/sobre-os-inumeros-porques-do-viver-e-do-morrer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[paulo@todomundocomunicacao.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 22:05:39 +0000</pubDate>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Acho que a questão vai além do que a mídia veicula e como o faz, mas sim de como nossos jovens estão processando tudo isso. Não podemos dissociar a vida da morte. Morremos a cada dia e a reflexão sobre a morte é necessária, principalmente a fim de reavaliarmos nossa vida e nossas ações. Se faz necessário VERSAR COM nossos filhos!!!! Conversar sobre tudo! Sobre como vencemos o medo e a tristeza acerca dos inúmeros bullyngs que sofremos quando adolescentes. Sobre o quanto a vida vale a pena, sobre o quão transitória é a sensação de tristeza assim como a de realização plena (felicidade). Sobre o quanto nos fortalecemos diante de desafios emocionais que a vida nos propõe. Sobre o sentido de deixar nossa marca no mundo e ajudá-los a encontrar a resposta para qual marca eles querem deixar.</p>
<p>A morte é o &#8220;calcanhar de aquiles&#8221; da sociedade contemporânea, levantar bandeiras e travar batalhas para que ela não seja abordada não nos ajuda a crescer e evoluir como seres humanos. O tema nos assusta, traz angústia, mas é real. Nos deparamos diariamente nas ruas com eternos Peter-pans, pessoas que não só não pensam sobre a finitude mas que atuam e se comportam como se o tempo não passasse. A indústria alimenta isso com seu culto ao físico, intervenções plásticas em quantidades exageradas, cosméticos milagrosos. Tudo a serviço de nos distanciar patologicamente do morrer.</p>
<p>Me lembro de um filme &#8220;Green Miles&#8221; onde um dos personagens (Tom Hanks) recebe a &#8220;dádiva&#8221; do não morrer, fato que se torna, mais tarde, o pior de seus castigos, pois se sente só e sem perspectiva alguma. No mínimo pitoresco!</p>
<p>Jovens que são &#8220;capturados&#8221; por internautas desconhecidos que os propõem um &#8220;desafio de vida/morte&#8221; absolutamente destrutivo, denunciam uma falência do vínculo entre pais/educadores e adolescentes!</p>
<p>Banalizar a adolescência com jargões como &#8220;aborrecência&#8221;, ou concebê-los como depositários de uma avalanche de hormônios, empobrece o vínculo e nos faz desperdiçar a oportunidade de ajudarmos os nossos adolescentes a serem GRANDES PESSOAS.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Precisamos nos voltar com veemência para o que realmente importa, AS RELAÇÕES, para que toda a discussão e angústia, valha a pena!!!!</p>
<p>Aline Monteiro</p>
<p>Psicóloga Clínica</p>
<p>Especialista em Perdas e Luto</p></div>
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		<title>Os custos psicológicos do COVID-19</title>
		<link>https://aemclinica.com.br/2020/04/13/os-custos-psicologicos-do-covid-19/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[paulo@todomundocomunicacao.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 21:36:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h1>Os custos psicológicos do COVID-19</h1>
<p>Na Itália, embora a quarentena horizontal seja um consenso, observa-se que com o passar dos dias há o aumento de episódios de desobediência às proibições relativas à quarentena. Em forma de “desobediência escondida”, e quase “infantil”, tal comportamento revela muito mais sobre sofrimento, do que parece.</p>
<h2>Mas porque com o passar dos dias as infrações (ou escapadas) são cada vez mais numerosas?</h2>
<p>Porque o isolamento forçado e a convivência doméstica têm um custo psicológico enorme e precisamos refletir sobre isso.</p>
<p>Pesquisas precedentes realizadas em períodos de quarentena como a SARS, na Australia e Taiwan, mostram como 4 semanas de quarentena com os pais sendo obrigados a estar reclusos com os próprios filhos em casa, são suficientes para gerar em 28% dos pais, sintomas de stress pós-traumático similares àqueles experimentados pelos militares quando retornam de períodos de combate. O mesmo estudo nos diz que 3 anos depois do final da quarentena, 10% desses mesmos sujeitos apresentavam sintomas de depressão aguda, ligada ao trauma não tratado do período de isolamento.</p>
<p>Ainda mais alto é o percentual dos danos psicológicos dos agentes de saúde, incluindo médicos e enfermeiros: 34% deles desenvolve stress pós-traumático devido ao mix entre isolamento forçado e o excesso de trabalho ao qual foram expostos e a constante sensação de ameaça que as condições de trabalham oferecem.</p>
<p>De maneira geral, <strong>2/3 da população submetida à quarentena</strong> mostra aumento significativo da irritabilidade, insônia, ansiedade e apatia; mistura que facilita a explosão de violência contra a população mais vulnerável como mulheres, crianças e portadores de deficiência.</p>
<h3>Em outro estudo realizado em Senegal, foram analisadas as associações entre problemas econômicos devido à quarentena e traumas psicológicos: em pessoas que viram seus rendimentos despencarem, fechamento de atividades comerciais, funcionários que tiveram jornada reduzida ou perderam o emprego, foram constatados aumento significativos de depressão, apatia, ansiedade e senso de inadequação social, <strong>anos depois do final da quarentena </strong>e a retomada da vida normal. Esse fenômeno torna-se particularmente grave onde a população é obrigada a pedir ajuda financeira a parentes e/ou amigos para poder sobreviver, comprometendo assim suas imagens de provedores de si mesmos. Diante desses poucos dados, fica evidente que as noticias que a mídia veicula como o aumento do números de divórcios pós quarentena, na China, são frutos de uma dinâmica sócio-psicológica devido ao isolamento forçado e não a uma inadequação individual.</h3>
<p>O que se compreende é que quanto mais se prolonga o período de quarentena de massa, mais graves serão os problemas psicológicos e maiores cuidados serão necessários. Danos psicológicos significativos manifestam-se depois de apenas 4 semanas de isolamento e de coabitação forçada. E tais danos persistirão, em alguns casos, anos depois do fim da reclusão. Estudos científicos comparam explicitamente os sintomas da quarentena aos vividos por presidiários, fazendo analogias e associações entre as duas condições. Isso significa que, desde já, devemos começar a pensar em novas formas de solidariedade e sociabilidade com as quais recriar os tecidos relacionais assim que a quarentena terminar, pois os danos causados pela suspensão forçada da vida social normal serão enormes. Além disso, se faz necessário cuidar para que o sistema de saúde destine recursos efetivos aos profissionais da saúde mental.</p>
<p>O distúrbio médico mais difuso no mundo atualmente são as patologias cardiovasculares (patologia orgânica), seguida logo depois pela depressão (transtorno mental). A estimativa da OMS era de que em, no máximo 10 anos, os transtornos depressivos e os transtornos ansiosos superassem as patologias cardiovasculares. Com a chegada do COVID-19 e seus reflexos na saúde mental da população, sabemos que alcançaremos esse patamar muito antes desta previsão.</p>
<p>Felizmente hoje, podemos contar com as tecnologias e a interconexão que mostra-se muito útil em nos manter próximos em um momento de grande vulnerabilidade como o atual.</p>
<p>As plataformas de suporte psicológico tornam-se nesse contexto, ferramenta imprescindível no manejo dos danos que uma crise como a <strong>pandemia COVID-19.</strong></p>
<p>É muito importante que façamos atenção aos sinais de vulnerabilidade e busquemos ajuda psicológica quando necessário. Isso pode fazer uma grande diferença na retomada das nossas vidas quando tudo isso começar a passar.</p>
<p>Apesar dos efeitos psicológicos negativos, os cientistas comprovaram que a quarentena é a medida, até o momento, mais eficaz contra a propagação do vírus.</p>
<p> Aline Monteiro</p>
<p>Psicóloga Clinica</p>
<p>Especialista em Perdas e Luto e Transtornos de Adaptação</p>
<p>Instagram: @psicologaalinemonteiro</p>
<p>Facebook: Psicologa Aline Monteiro</p>
<p>Fonte: Clínica Mente Social</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="2fQ25l7sWR"><p><a href="https://mentesocial.com.br/os-custos-psicologicos-do-covid-19/">Os custos psicológicos do COVID-19</a></p></blockquote>
<p><iframe title="&#8220;Os custos psicológicos do COVID-19&#8221; &#8212; Mente Social" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  src="https://mentesocial.com.br/os-custos-psicologicos-do-covid-19/embed/#?secret=2fQ25l7sWR" data-secret="2fQ25l7sWR" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p></div>
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